brancas, grandes, formosas.
Dos olhos somem paisagens antigas
restando memórias novas.
Do novo olhar surgem horizontes
como fontes jorrando amanhãs.
É preciso enxergar o real
sem lentes distorcendo a essência.
De fato só resta o que é
sem espaço para a dúvida
como uma janela aberta
para enxergar tudo que há.
E o que há, então?
Há vida...
nova e velha
presente e passado
todos contruindo o futuro.
Escrito por Rogerio Martins em 21/04/08
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